Da faixa na janela ao monitoramento de críticos, sinais de um Estado cada vez mais intolerante à dissidência
Enquanto o regime cubano silencia dissidentes há mais de 60 anos com polícia política e censura total, o governo Lula, arquiteto do Foro de São Paulo, avança no mesmo caminho autoritário. No Brasil de 2026, até uma simples faixa em propriedade privada virou motivo para abordagem da Polícia Federal.
No dia 27 de abril de 2026, em Presidente Prudente (SP), um pequeno empresário pendurou na janela de seu apartamento uma faixa com apenas a palavra “ladrão”. Não havia nome, foto ou incitação à violência. Era um protesto pacífico em sua própria casa. Mesmo assim, agentes da PF foram até o local, abordaram o morador e avisaram que superiores poderiam “impor” a retirada da faixa. AQUI o vídeo expôs a intimidação.
Este caso não é isolado. Revela um padrão claro de repressão seletiva.
Dias antes, em 21 de abril de 2026, durante visita oficial de Lula a Lisboa (Portugal), manifestantes exibiram faixas com os dizeres “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”. O protesto era pacífico e organizado por grupos de direita portuguesa. Agentes da Polícia Federal brasileira foram flagrados identificando, filmando e monitorando especificamente os opositores — atuando como polícia ideológica em solo estrangeiro.
Em junho de 2025, o ministro Ricardo Lewandowski determinou que a PF investigasse uma mulher que, de carro e com megafone, gritou “Lula ladrão” ao passar em frente à residência do presidente em São Paulo. Um simples grito de protesto virou inquérito por “crime contra a honra”.
Relatos recorrentes em 2025 e 2026 apontam “visitas preventivas” da PF para remover faixas e cartazes com críticas como “Lula ladrão” ou “Fora PT” em prédios próximos a eventos oficiais, especialmente no interior. O que deveria ser liberdade de expressão em propriedade privada é tratado como ameaça à “segurança do evento”.
O Foro de São Paulo, projeto que Lula ajudou a criar, sempre mirou o modelo cubano e venezuelano de controle social. No terceiro mandato, o PT mostra a cara: usa a Polícia Federal como braço repressivo, transforma crítica simbólica em caso de polícia e não tolera dissidência — nem mesmo uma palavra escrita na janela de casa.
Em Cuba, Fidel controlava o que o povo podia dizer, escrever ou exibir nas janelas. No Brasil de Lula, o governo quer fazer o mesmo. A diferença entre os dois regimes diminui a cada abordagem federal.
Isso não é “segurança presidencial”. É autoritarismo disfarçado de democracia. Enquanto democracias verdadeiras protegem a liberdade de expressão — inclusive as mais duras —, o lulismo age como regime de exceção: cala uns, protege os seus e persegue opositores com o aparato do Estado.
Brasil, acorde antes que seja tarde. O que hoje começa com a retirada de uma faixa na janela amanhã pode terminar com a extinção da voz de quem ousa discordar. O projeto do Foro de São Paulo não busca apenas governar — busca silenciar.
A liberdade não se pede. Defenda-a enquanto ainda é possível.
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