IPTU em São Paulo 2026: Ricardo Nunes Aumenta Mais que o Dobro da Inflação Projetada – O Contribuinte Paga a Conta da Direita de Fachada!
Enquanto o trabalhador paulistano luta contra o custo de vida que não para de subir, o prefeito Ricardo Nunes – que se apresentou como conservador, defensor do bolso do cidadão e contrário ao aumento de impostos – sancionou a Lei Municipal nº 18.330/2025 e autorizou um reajuste de até 10% no IPTU residencial e comercial em 2026.
Resultado: o aumento efetivo no carnê do imposto é mais que o dobro da inflação oficial de 2025, que fechou em exatos 4,26% (dados oficiais do IBGE divulgados em janeiro de 2026). Dobro seria 8,52% — e o teto chegou a 10%, ou seja, mais que o dobro da inflação projetada e confirmada.
Isso não é mera “atualização técnica”. É um confisco gradual, disfarçado de “equidade fiscal”, que pune quem já sustenta o país inteiro.
O que realmente está acontecendo
A chamada “atualização da Planta Genérica de Valores (PGV)” reajustou o valor venal dos imóveis de forma diferenciada por região. Em áreas que se valorizaram nos últimos anos, o salto no valor venal foi brutal:
- Até 91% em setores de Jaraguá-Pirituba (Zona Noroeste);
- 69–75% em Pinheiros, Jardim Paulista e Itaim Bibi;
- 57% na Barra Funda;
- Média da cidade: entre 15% e 20%.
Mas graças à “trava” de 10% anual (aprovada após emendas na Câmara), o IPTU pago em 2026 não pode subir mais que isso, mesmo quando o valor venal explodiu. O excedente? Vai sendo incorporado nos anos seguintes: +10% em 2027, +10% em 2028… até absorver tudo.
Ou seja: o contribuinte comum – dono de casa, pequeno comerciante, aposentado – começa pagando mais que o dobro da inflação projetada já em 2026, e o rombo continua crescendo nos próximos anos.
O excedente vai sendo incorporado nos anos seguintes: +10% em 2027, +10% em 2028… até absorver tudo.
A promessa quebrada de Ricardo Nunes
Durante a campanha e em 2025, Nunes repetia que não aumentaria impostos, que defenderia o cidadão contra o “Estado inchado” e que seria a alternativa conservadora à esquerda. Posava de defensor da baixa carga tributária e do governo enxuto.
Mas, no primeiro ano do mandato renovado, enviou e sancionou um projeto que eleva o IPTU mais que o dobro da inflação projetada (e confirmada em 4,26%), com apoio de sua base na Câmara (MDB, PSD, PL, Podemos, União Brasil). Aprovado em dois turnos (30 a 19 no segundo), ignorando o impacto no bolso do paulistano que já arca com IR, IPVA, ISS, taxas e ainda banca uma máquina pública ineficiente.
Cadê a direita que luta por impostos baixos? Cadê os liberais que criticavam o PT por aumentar tributos? O que vemos é uma direita de fachada que, na prática, aumenta a carga sobre quem produz e trabalha honestamente.
Impacto real no bolso do paulistano
- 70% dos imóveis tiveram valorização de até 20% na PGV → aumento limitado a 10%, ou seja, mais que o dobro da inflação projetada.
- Em regiões com alta valorização, o reajuste acumulado pode chegar a dezenas de porcento nos próximos anos.
- Isenções ampliadas (até R$ 150 mil de valor venal, ou R$ 260 mil para único imóvel residencial) mas servem de cortina de fumaça para o aumento geral.
- O pequeno empreendedor, o comerciante de bairro e a família de classe média que não se enquadra nas isenções? Esses pagam mais que o dobro da inflação projetada logo de cara.
Isso não é conservadorismo. Conservadorismo defende propriedade privada, baixa carga tributária e responsabilidade fiscal sem punir o cidadão honesto. O que Nunes fez foi aumentar impostos para bancar promessas eleitoreiras e alianças fisiológicas.
Chega de enganação!
Se você é contribuinte, proprietário de imóvel ou simplesmente está cansado de ver seu dinheiro ir para uma máquina ineficiente, comente abaixo e compartilhe este artigo para amigos que precisam acordar para essa realidade.
Não é sobre esquerda ou direita. É sobre o bolso do brasileiro que trabalha honestamente e sustenta o país. Chega de direita que aumenta imposto mais que o dobro da inflação projetada!
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