Luciano Hang e Luiza Trajano, unidos, querem forçar o governo Bolsonaro a aumentar carga tributária sobre consumidor
Um grupo de empresários do varejo brasileiro, como Luciano Hang das lojas Havan e Luiza Trajano da Magazine Luiza, quer que o Governo Bolsonaro feche o cerco contra a atuação de plataformas digitais como AliExpress, Shopee, Mercado Livre, Shein e Wish que vendem produtos para pessoas físicas no Brasil.
Esses empresários defendem uma mudança nas regras tributárias para que o consumidor seja taxado já no momento da compra internacional, e não apenas quando o produto chega ao país e passa pela fiscalização da Receita Federal do Brasil. Na prática, a proposta tornaria automática a cobrança de impostos sobre compras feitas em sites estrangeiros.
Segundo representantes do varejo nacional, o objetivo seria criar condições mais equilibradas de concorrência entre empresas brasileiras — que pagam impostos e cumprem regras locais — e plataformas internacionais que enviam mercadorias diretamente ao consumidor final.
A pressão do setor chegou ao Governo do Brasil em 30 de março de 2022, quando uma delegação de empresários foi recebida pelo então presidente Jair Bolsonaro. Durante o encontro, o tema foi encaminhado ao então ministro da Economia Paulo Guedes.
A partir dessa reunião, o Ministério da Economia do Brasil iniciou estudos para elaborar uma medida provisória destinada a limitar a atuação dessas plataformas digitais no comércio brasileiro. Dentro da equipe econômica e da Receita Federal, a proposta passou a ser tratada como prioridade, refletindo a pressão crescente do varejo nacional por mudanças nas regras que regem o comércio eletrônico internacional.
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