Desde 2019, o Brasil é governado pelo PSOL e PCdoB

Desde 2019, o Brasil é governado pelo PSOL e PCdoB

Opinião Vídeo

 

 

STF e Alexandre de Moraes como vetores da agenda do PSOL

 

 

Desde 2019, o Brasil passou a viver um fenômeno político incomum: decisões centrais que moldam costumes, políticas públicas e até escolhas administrativas dos estados deixaram de nascer do debate parlamentar e passaram a emergir, de forma recorrente, do Supremo Tribunal Federal. Para muitos analistas críticos, esse movimento equivale a um governo indireto exercido por partidos que não detêm maioria eleitoral, como o PSOL e o PCdoB.

Essa leitura sustenta que o país estaria sendo conduzido menos pelas urnas e mais por interpretações judiciais alinhadas a uma agenda ideológica específica. Nesse contexto, o STF e, em especial, o ministro Alexandre de Moraes surgem como atores centrais na consolidação dessas pautas, frequentemente acionados por partidos de esquerda para destravar, no Judiciário, aquilo que não avança no Congresso.

O vídeo que motiva esta análise parte exatamente dessa premissa e apresenta exemplos recentes que ajudam a entender por que cresce a percepção de que o Brasil, desde 2019, é governado na prática por forças políticas que atuam fora do Executivo e do Legislativo.

O vídeo da jornalista Fernanda Salles, que embasa esta leitura crítica, detalha os episódios e decisões citados ao longo do artigo.

 

O que mudou no Brasil a partir de 2019?

Segundo a análise apresentada por Fernanda Salles no vídeo, a virada ocorre quando pautas historicamente defendidas por partidos de esquerda passam a avançar não por meio de eleições ou maiorias parlamentares, mas por decisões judiciais.

Entre essas pautas estão:

  • Aborto e temas bioéticos
  • Questões de gênero e identidade
  • Políticas raciais e sistema de cotas
  • Drogas e costumes
  • Restrições à liberdade de expressão

O argumento central é que, diante da resistência do Congresso e de parcelas significativas da sociedade, o caminho escolhido para impor essas agendas foi o Judiciário.

 

O papel do STF nesse processo

O Supremo Tribunal Federal aparece no vídeo como protagonista desse rearranjo institucional. Em vez de atuar apenas como guardião da Constituição, o STF passa a ser descrito como um agente ativo na implementação de pautas ideológicas.

Essa atuação ocorreria, segundo a análise, por meio de:

  • Decisões monocráticas
  • Liminares com efeitos amplos
  • Julgamentos que substituem o debate legislativo

Para os críticos desse modelo, trata-se de uma inversão do equilíbrio entre os Poderes da República.

 

Alexandre de Moraes como figura central

O ministro Alexandre de Moraes é apontado no vídeo como um dos principais vetores desse processo. Um dos exemplos citados é a suspensão de uma resolução do Conselho Federal de Medicina relacionada à assistolia fetal, após ação proposta pelo PSOL.

A crítica não se limita à decisão isolada, mas ao padrão identificado: partidos ideológicos recorrem sistematicamente ao STF para viabilizar, por via judicial, pautas que não encontram respaldo popular ou parlamentar.

No vídeo, a jornalista Fernanda Salles detalha essa leitura, conectando decisões recentes à atuação política de partidos de esquerda no Supremo.

 

PSOL e PCdoB: influência sem votos?

Outro ponto central do vídeo é a influência exercida por PSOL e PCdoB apesar de sua baixa representatividade eleitoral. A tese apresentada é que esses partidos conseguem moldar políticas públicas por meio de ações judiciais, ADPFs e articulações com entidades alinhadas ideologicamente.

Essa dinâmica, segundo a jornalista, cria uma espécie de “governo indireto”, no qual partidos minoritários nas urnas exercem poder desproporcional por meio do Judiciário.

 

O caso das cotas raciais em Santa Catarina

O vídeo também aborda a decisão do ministro Gilmar Mendes, que concedeu prazo para que o governo de Santa Catarina explicasse a extinção das cotas raciais no estado.

O episódio é interpretado como mais um exemplo de interferência judicial em decisões tomadas por governos eleitos, reforçando a percepção de que determinadas pautas são impostas de cima para baixo, sem debate democrático amplo.

 

O Brasil vive uma ditadura judicial?

A análise avança para uma crítica mais dura: a ideia de que o Brasil estaria vivendo uma forma de ditadura judicial, marcada por punições a opiniões divergentes e crescente restrição à liberdade de expressão.

Segundo a leitura apresentada no vídeo, projetos ideológicos não convivem com pluralidade plena de pensamento, e o Judiciário teria assumido um papel central na garantia dessa hegemonia.

 

Por que a disputa é ideológica, e não apenas política?

Um dos pontos mais enfatizados por Fernanda Salles é que o problema não se resume a economia, impostos ou corrupção. Trata-se, antes de tudo, de uma disputa de valores e de visão de sociedade.

Segundo a jornalista, sem enfrentar o debate ideológico, qualquer oposição acaba limitada a administrar consequências, sem questionar a origem do problema.

 

Por que assistir ao vídeo completo?

Este artigo apresenta uma síntese crítica dos principais argumentos, mas o vídeo:

  • Desenvolve a tese com mais profundidade
  • Conecta decisões recentes a um contexto histórico
  • Explica por que o STF é visto como agente político
  • Provoca reflexão sobre o futuro das liberdades no Brasil

 

Perguntas e respostas 

O Brasil é governado pelo PSOL desde 2019?
Segundo o vídeo, de forma indireta, por meio da atuação judicial.

O STF estaria legislando?
A análise sustenta que decisões judiciais substituem o debate no Congresso.

Por que Alexandre de Moraes é citado?
Por decisões consideradas centrais na implementação dessas pautas.

Isso é uma acusação criminal?
Não. Trata-se de crítica política e institucional.

 

Contextualização jurídica e blindagem editorial

Este artigo tem caráter opinativo e interpretativo, baseado na análise de decisões públicas do Supremo Tribunal Federal e no conteúdo do vídeo produzido pela jornalista Fernanda Salles. Não há imputação de ilegalidade, crime ou conduta irregular a ministros ou instituições. O texto insere-se no campo legítimo da liberdade de expressão, da crítica institucional e da análise política, fundamentos essenciais de uma sociedade democrática.

 

Conclusão

Concorde ou não com a tese apresentada, o vídeo levanta questionamentos relevantes sobre democracia, separação de Poderes e liberdade. Em um cenário de crescente tensão institucional, compreender quem governa, como governa e por quais meios tornou-se indispensável.

Recomendação final: assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões:

 


 
 

 
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